Praticamente sem novidades...
Foram duas reuniões na longínqua Caraguatatuba, reunindo os representantes da diretoria de ensino dessa cidade com os de Guaratinguetá, os de Jacareí, os de Pindamonhangaba, os de São José dos Campos, os de Taubaté, os de Santos e os de São Vicente. A Diretoria de Santos, por algum motivo que não foi esclarecido, não enviou professores "aulistas" para Caraguá. Os presentes foram divididos por segmentos (dirigentes, supervisores, diretores, coordenadores de oficinas, coordenadores de UEs e professores) para sistematizar os resultados de debates acumulados em cada região.
Os professores Francisco Rogério (EE Benedito Calixto – Itanhaém), Rosi ( EE Silvia J. Pollastrini – Itanhaém) e Sebastião ( EE São João – Peruibe) representaram os professores da Diretoria de São Vicente.
Como era de se esperar, o segmento dos professores fez um bom debate, rejeitando novamente a matriz curricular como estava proposta pelo governo, e apontando propostas para elaboração de uma nova matriz, além de discutir propostas para outros temas.
Ao final, foi eleita a professora Tamara, da Diretoria de Jacareí, para que na reunião subsequente, dia 17 de outubro, expusesse, juntamente com representantes dos demais segmentos, o posicionamento dos professores.
Se havia algo que motivava os professores a participar desses pólos era a possibilidade, cada vez mais rara, de encontrar outros professores para debater os problemas da rede.
Para o segundo encontro sabíamos que não haveria debate, provocando nos professores um profundo ceticismo, e o secretario não nos surpreendeu quanto a isso. Saímos desse encontro como chegamos.
A reunião com o secretário Herman J. C. Voorwald foi no “Clube Ilha Morena”, Morro do Algodão, como eu disse, na longínqua Caraguatatuba. Muita formalidade, muita educação etc, mas... Vou resumir o tudo em um momento: aberta a possibilidade para que os presentes fizessem perguntas, a professora Rejane perguntou diretamente ao Sr. Hermann: “_ A jornada do Piso Nacional, reservando um terço do tempo da jornada para a preparação de aulas, será aplicada em São Paulo?” A resposta foi o silêncio...portanto, sem novidades.

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