Às 15 horas, na Praça da República, estávamos lá: a cavalaria da PM (havia dois “perigosos” estudantes da USP no “caminhão”) os ambulantes, os mendigos e os professores. Infelizmente para a categoria, não havia muitos professores.A presidente Izabel Noronha (Bebel) iniciou a assembléia expressando sua indignação contra o desprezo do secretário de educação de São Paulo pela “Comissão Paritária”, formada pela APEOESP e representantes da secretaria. Informou que os contatos da SE com a APEOESP têm se dado por telefone... Foi dessa forma que o secretário-adjunto da Secretaria da Educação, o Sr. Palma, avisou a APEOESP que:
a Secretaria pretende realizar a atribuição de aulas em janeiro de 2012:
- dias 23 e 24 para efetivos;
- dias 26 ao final para OFAs;
- avisou também que o governo vai enviar a Assembléia Legislativa um Projeto de Lei quebrando a quarentena; ao invés de 200 dias, serão 30 dias a serem cumpridos, após os quais os OFAs “O” poderão participar das atribuições.
Sobre a “Jornada do Piso”, o coordenador do DRHU teria afirmado que o estado já cumpre, liberando o professor 10 minutos em cada aula, pois as aulas deveriam durar 60 minutos. Não concordando com essa situação, a APEOESP entrou com uma ação judicial para garantir esse direito.
Com relação à continuidade de nossas lutas, podemos informar que as várias correntes que compõem a diretoria (Articulação, Artnova, Alternativa, Na escola e na luta etc.) defenderam o calendário que aponta para uma Assembléia em fevereiro de 2012 com indicativo de greve. Destacamos aqui o óbvio: para alcançarmos conquistas é necessário que vejamos muito mais professores na rua do que vimos nesta Assembléia!!!
Saudações sindicais!
Bom Natal e um Ano Novo repleto de conquistas a todos!









