segunda-feira, 28 de novembro de 2011

ASSEMBLÉIA ESTADUAL DE 25 DE NOVEMBRO DE 2011




Às 15 horas, na Praça da República, estávamos lá: a cavalaria da PM (havia dois “perigosos” estudantes da USP no “caminhão”) os ambulantes, os mendigos e os professores. Infelizmente para a categoria, não havia muitos professores.







A presidente Izabel Noronha (Bebel) iniciou a assembléia expressando sua indignação contra o desprezo do secretário de educação de São Paulo pela “Comissão Paritária”,  formada pela APEOESP e representantes da secretaria. Informou que os contatos da SE com a APEOESP têm se dado por telefone... Foi dessa forma que o secretário-adjunto da Secretaria da Educação, o Sr. Palma, avisou a APEOESP que:
a Secretaria pretende realizar a atribuição de aulas em janeiro de 2012:
  • dias 23 e 24 para efetivos;
  • dias 26 ao final para OFAs;
  • avisou também que o governo vai enviar a Assembléia Legislativa um Projeto de Lei quebrando a quarentena; ao invés de 200 dias, serão 30 dias a serem cumpridos, após os quais os OFAs “O” poderão participar das atribuições.
Sobre a “Jornada do Piso”,  o coordenador do DRHU teria afirmado que o estado já cumpre, liberando o professor 10 minutos em cada aula, pois as aulas deveriam durar 60 minutos. Não concordando com essa situação, a APEOESP entrou com uma ação judicial para garantir esse direito.
Com relação à continuidade de nossas lutas, podemos informar que as várias correntes que compõem a diretoria (Articulação, Artnova, Alternativa, Na escola e na luta etc.) defenderam o calendário que aponta para uma Assembléia em fevereiro de 2012 com indicativo de greve. Destacamos aqui o óbvio: para alcançarmos conquistas é necessário que vejamos muito mais professores na rua do que vimos nesta Assembléia!!!

Saudações sindicais!
Bom Natal  e um Ano Novo repleto de conquistas a todos!



Um comentário:

  1. A verdade é que o governo fez de tudo para desqualificar essa comissão com a presença da APEOESP, formada contra a sua vontade, por imposição da lei.
    E não se pode acusar a APEOESP de intransigência, pois apresentou várias propostas como alternativa às férias parceladas.
    E a "unidade" demonstrada pelas várias correntes é uma prova que as disputas nas assembléias anteriores não passaram de leviandades.

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