segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CONSELHO ESTADUAL DE REPRESENTANTES DO DIA 18/11/2011.



Reunidos na quadra dos bancários, em São Paulo, os professores representantes das subsedes do Estado de São Paulo ouviram da diretoria que a APEOESP continua negociando com o governo estadual. 
Foi criada uma “comissão bipartite” (APEOESP/representantes do governo) que busca uma alternativa à atribuição de aulas em janeiro. 
A APEOESP apresentou uma proposta ao governo, que deve se pronunciar até o final do mês.
Assim como ocorreu em nosso RE, houve um debate entre aqueles que defendem a negociação como uma das obrigações do sindicato, posição em geral defendida por aqueles que compõem a diretoria e aqueles que defendem a saída do sindicato da mesa de negociações com o governo.  
Também fomos informados que a o sindicato vai entrar com uma ação judicial caso o governo não se pronuncie sobre a implantação da jornada do piso. Afora isso, votou-se uma série de ações de mobilização:
  Convocação massiva nas regiões para a assembléia estadual de 25 de novembro às 14 horas na Praça da República;
  Formação de delegação de professores, composta por  2 representantes de cada subsede, para acompanhar a audiência pública do dia 30/11, às 14h30 na Alesp, com o secretário da Educação;
  Denunciar a perspectiva de desemprego na categoria (professores das categorias “L” e “O”);
  Ação judicial para implementação da jornada prevista na lei do piso se a SEE não apresentar a data de sua implementação. Queremos a aplicação conforme o texto da lei;
  Realizar encontro estadual de professores do ensino médio para discutir melhores condições de trabalho e lutar por um ensino médio que atenda aos filhos da classe trabalhadora;
  Debater a proposta de ensino médio profissionalizante do governo junto com o sindicato da Fundação Paula Souza;
  Fazer levantamento e lutar pela reabertura das salas fechadas, sobretudo no ensino médio noturno;
  Denunciar a falsa democracia nos “pólos” de discussão criados pela  SEE;
•Lutar pelo limite de 35 alunos por sala de aula;
•Realizar encontro dos professores de EJA em 26/11;
•Pela reorganização dos tempos e espaços escolares;
•Rejeitar projeto de privatização de escolas do Unibanco;
•Participar do plebiscito pelos 10% do PIB para a educação;
•Prosseguir debate sobre a democratização dos meios de comunicação.
O CER aprovou ainda moção de apoio aos professores do Pará, que permaneceram 53 dias em greve, e uma moção de repúdio à ação dos policiais militares contra os estudantes da USP.
Para que a maioria dessas ações se concretizem é necessário o engajamento de professores, dos representantes de escola, dos Conselheiros e das Coordenações nas subsedes. Se esse engajamento não ocorrer, tudo o que foi discutido não passará de bravatas e nada sairá do papel, mais uma vez!


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